Thursday, October 22, 2026

Abuso de Domínios, Redes Sociais e IA: Riscos Para as Marcas


O abuso de domínios já não actua sozinho. Hoje, perfis falsos, campanhas enganosas e deepfakes criados por IA ampliam a superfície dos ataques contra as marcas.

Nesta matéria, estes são os aspectos chave a ter em conta:

  • Novos vectores de ataque: os criminosos combinam abuso de domínios, perfis falsos em redes sociais e técnicas de IA para enganar vítimas e obter dados ou dinheiro.
  • Evolução das ameaças: O cybersquatting (registo de domínios enganosos) continua relevante, mas agora é reforçado por campanhas de desinformação e falsificação de executivos (criminosos a fazerem-se passar por executivos de empresas).
  • Percepção dos CISOs: Em 2025, o maior risco era o sequestro de domínios/DNS. Para os próximos três anos, os líderes de segurança apontam a imitação em redes sociais como a principal ameaça, seguida de ataques a domínios e uso de deepfakes.
  • Impacto das redes sociais: Perfis falsos, anúncios enganosos e contas fraudulentas de atendimento ao cliente exploram a confiança dos utilizadores e ampliam a superfície de ataque.
  • Escala da IA: A inteligência artificial permite criar mensagens, vídeos e vozes sintéticas de forma rápida e convincente, aumentando a frequência e sofisticação dos ataques.

Conclusão: As ameaças às marcas tornaram-se interconectadas e multicanal. Por isso, a protecção das marcas exige monitorização contínua, resposta coordenada e estratégias de segurança digital mais
abrangentes.

Para um conhecimento mais aprofundado, leia o Artigo por Walt Fry, Senior Director of Technology, Domains, CSC. Fonte: CSC Blog.

Tornando a Propriedade Intelectual “Bancável”: Entrevista com a Dr. Anna-Kristine Wipper


A Propriedade Intelectual (PI) não deve ser vista apenas como um tema jurídico. Cada vez mais, os activos intangíveis representam uma parte significativa do valor das empresas e podem ser tratados como instrumentos estratégicos de financiamento e investimento.

Principais pontos abordados:

  • Certeza jurídica: investidores e financiadores precisam ter confiança de que os direitos de PI são válidos, pertencem à empresa e estão devidamente documentados.
  • Conexão com receitas: marcas que sustentam poder de precificação, patentes que protegem produtos essenciais e licenças que geram rendimentos tornam a PI mais atractiva para o mercado financeiro.
  • Governança contínua: revisões estruturadas e alinhadas com métodos de avaliação reforçam a credibilidade dos activos intangíveis.
  • Mudança de mentalidade: a PI deve ser tratada como activo estratégico nas discussões de gestão e não apenas como questão legal.
  • O papel de Frankfurt: como centro financeiro europeu, a cidade reúne instituições como o BCE, Bundesbank, BaFin e Deutsche Börse, além de uma rede densa de bancos e especialistas em avaliação, criando o ambiente ideal para debater financiamento baseado em PI.

Conclusão: Tornar a PI “bancável” exige a combinação entre certeza jurídica e integração financeira, posicionando os activos intangíveis como motores de valor empresarial.

Leia a entrevista completa no site da INTA: Three Questions with Anna-Kristine Wipper: Making IP “Bankable”  

 

Wednesday, October 21, 2026

Why Protecting Your Trademark and Invention in Mozambique Is Critical to Your Business Success

Building a strong brand or developing an innovative solution requires time, investment, and dedication. However, in today’s competitive market, launching a product or service without proper legal protection leaves your business vulnerable to copying, unfair competition, and the loss of exclusivity in Mozambique.

Braz & Associates - Registration services for trademarks, patents, and intellectual property in Mozambique

What Does Protecting Your Intellectual Property Mean?

  • Trademarks: Ensure that your product's name, logo, or identity belong exclusively to your company, preventing third parties from free-riding on your reputation.

  • Patents: Protect your technology processes and inventions, granting you the exclusive right to commercial exploitation.

  • Industrial Property Rights: Safeguard designs, utility models, and other strategic assets within the Mozambican market.

Why Choose Braz & Associates

Since 2009, we have worked alongside local and multinational companies to streamline the registration and management of intellectual property assets in Mozambique. With deep knowledge of local legislation as well as national and international practices, we ensure that your innovation remains your greatest competitive advantage.

Want to Know If Your Trademark or Patent Is Properly Protected?

Get in touch with our team for an initial review of your intellectual property portfolio.

✉️ info@baipa.co.mz | 📞 +258 2132 1792

Por que Proteger a Sua Marca e Invenção em Moçambique É Decisivo para o Sucesso do Seu Negócio

Construir uma marca forte ou desenvolver uma solução inovadora exige tempo, investimento e dedicação. No entanto, no mercado competitivo actual, lançar um produto ou serviço sem a devida protecção jurídica deixa a sua empresa vulnerável a cópias, concorrência desleal e perda de exclusividade em Moçambique. 

raz & Associados - Serviços de registo de marcas, patentes e propriedade intelectual em Moçambique

O que significa proteger a sua Propriedade Intelectual?

  • Marcas: Garantem que o nome, logotipo ou identidade do seu produto pertençam exclusivamente à sua empresa, impedindo que terceiros se aproveitem da sua reputação.
  • Patentes: Protegem as suas invenções e processos tecnológicos, concedendo o direito exclusivo de exploração comercial.
  • Direitos Industriais: Salvaguardam o design, modelos de utilidade e outros activos estratégicos no mercado moçambicano.

Por que Escolher a Braz & Associados

Desde 2009, actuamos junto de empresas locais e multinacionais para simplificar o processo de registo e gestão de activos de propriedade intelectual em Moçambique. Com profundo conhecimento da legislação local e das práticas nacionais e internacionais, garantimos que a sua inovação continue a ser a sua maior vantagem competitiva.

Quer saber se a sua marca ou patente está devidamente protegida?

Entre em contacto com a nossa equipa para uma avaliação inicial do seu portfólio de propriedade intelectual.

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Wednesday, October 14, 2026

O sucesso dos nossos clientes é a nossa melhor vitrina


Ontem foi um dia de celebração para o ecossistema empresarial em Moçambique: a CoWork Lab inaugurou o seu novo Centro de Negócios na Sommerschield, marco que assinala também 14 anos de actividade da empresa e a abertura do seu sétimo espaço em Maputo.

A nossa equipa esteve presente no evento para testemunhar este importante passo e partilhar o entusiasmo deste crescimento. Mas a ligação entre a Braz & Associados e a Cowork Lab vai muito além de uma visita institucional.

Uma parceria com história

Para quem nos acompanha, é com enorme orgulho que recordamos que a Braz & Associados assessorou a CoWork Lab no registo e protecção da sua marca há vários anos. Pelo que, acompanhar a consolidação e a expansão de um projecto desta dimensão — sabendo que temos ajudado a blindar juridicamente o seu activo mais valioso — é a prova cabal de que o trabalho em propriedade intelectual e protecção de marcas deixa um legado duradouro.

Pedro Ferreira, Director Geral da Cowork Lab


Proteger hoje para crescer com segurança amanhã

Assim como temos contribuido na protecção da identidade da CoWork Lab ao longo do seu percurso de expansão, a Braz & Associados está preparada para ajudar a sua empresa a garantir segurança jurídica, exclusividade e tranquilidade no mercado. Numa altura em que a concorrência é feroz e a diferenciação é a chave do sucesso, salvaguardar a sua marca é o primeiro passo para construir um negócio sólido.

Quer proteger a sua marca e preparar o seu projecto para o futuro? Entre em contacto connosco e descubra como podemos ajudar a sua empresa a crescer em segurança.

Parabéns a toda a equipa da CoWork Lab por mais este passo de gigante! Que venham muitos mais anos de inovação e sucesso em Moçambique.

Equipa da Baipa presente no evento (Igma, Maria e SB)




Monday, October 12, 2026

Propriedade Intelectual Na ZCLCA: Perspectivas E Desafios Para Moçambique

 Na sessão do II Conselho Consultivo do Instituto da Propriedade Industrial, realizada em 8 de Outubro de 2026, tive a honra de apresentar o tema “Regime de Direitos da Propriedade Intelectual na Zona de Comércio Livre do Continente Africano (ZCLCA): Panorama Geral, Perspectivas E Desafios”.

A apresentação teve como base o Protocolo sobre Direitos de Propriedade Intelectual da ZCLCA, aprovado pela União Africana em Fevereiro de 2023, bem como os seus desenvolvimentos regulamentares subsequentes.

Um novo enquadramento continental

A ZCLCA representa uma etapa importante no processo de integração económica africana. O Acordo entrou em vigor em 1 de Janeiro de 2021 e tem como objectivo promover o comércio intra-africano, o crescimento económico e o desenvolvimento sustentável no continente.

Neste contexto, a propriedade intelectual assume uma importância estratégica. Marcas, patentes, desenhos industriais, direitos de autor, indicações geográficas, conhecimentos tradicionais e outros activos intangíveis são instrumentos essenciais para proteger a inovação, valorizar a produção local e aumentar a competitividade das empresas africanas.

O Protocolo de Propriedade Intelectual procura estabelecer regras e princípios comuns para a promoção, protecção, administração e aplicação dos direitos de propriedade intelectual nos Estados Partes da ZCLCA.

Da PAIPO ao Protocolo da ZCLCA

A criação de um sistema continental de propriedade intelectual não é uma ideia recente. Em 2016, a União Africana aprovou a criação da Organização Pan-Africana da Propriedade Intelectual, habitualmente designada pela sigla PAIPO. A sua operacionalização, contudo, enfrentou diversos desafios, nomeadamente relacionados com a possível sobreposição de competências com os sistemas regionais existentes.

O Protocolo da ZCLCA surge, assim, como uma evolução prática da agenda de harmonização da propriedade intelectual no continente. Em vez de criar imediatamente um escritório central com competência geral para conceder títulos de propriedade intelectual, o Protocolo aposta na aproximação/ harmonização das legislações, na cooperação institucional e na articulação entre os sistemas nacionais e regionais.

Esta abordagem reconhece a importância das estruturas existentes, incluindo a ARIPO e a OAPI e os institutos nacionais de propriedade industrial.

O que abrange o Protocolo?

O âmbito do Protocolo é amplo. Entre os direitos e matérias abrangidos encontram-se:

·         Marcas;

·         Patentes e modelos de utilidade;

·         Desenhos industriais;

·         Indicações geográficas;

·         Direitos de autor e direitos conexos;

·         Variedades vegetais;

·         Segredos comerciais e outras informações não divulgadas;

·         Topografias de circuitos integrados;

·         Conhecimentos tradicionais;

·         Expressões culturais tradicionais;

·         Recursos genéticos; e

·         Tecnologias emergentes.

O Protocolo não se limita, portanto, à propriedade industrial em sentido estrito. Abrange também direitos de autor e outros regimes especiais de protecção relevantes para a realidade económica, cultural e social africana.

Entre os seus principais objectivos estão a promoção da inovação e da criatividade africanas, o apoio ao comércio intra-africano, a transferência de tecnologia e a construção de um sistema mais coerente de protecção da propriedade intelectual no continente.

Harmonização não significa unificação

Um dos aspectos que merece especial atenção é a distinção entre harmonização e unificação.

O Protocolo da ZCLCA não cria, por si só, um sistema único de registo de marcas ou patentes válidas automaticamente em todos os países africanos. Os pedidos de registo e os procedimentos de concessão, manutenção e defesa dos direitos continuam, em grande medida, a depender das legislações e instituições nacionais ou regionais competentes.

Entretanto, o Artigo 31º prevê a possibilidade de criação de um Escritório de Propriedade Intelectual da ZCLCA, mas as suas estruturas, funções e modalidades de cooperação dependem de instrumentos próprios e de decisões das instâncias competentes da União Africana.

Por isso, é importante distinguir entre aquilo que o Protocolo estabelece como orientação ou obrigação jurídica e aquilo que já se encontra efectivamente implementado.

Cooperação e circulação de bens

O impacto mais significativo do Protocolo poderá verificar-se na relação entre a propriedade intelectual e o comércio transfronteiriço.

A cooperação entre os institutos nacionais e regionais poderá facilitar a troca de informações, a automatização de procedimentos e a aproximação das práticas administrativas. A articulação entre autoridades de propriedade intelectual, alfândegas, tribunais e entidades de fiscalização será igualmente essencial para combater a contrafação e outras infrações.

Outro tema relevante é o da exaustão dos direitos de propriedade intelectual e das chamadas importações paralelas. Trata-se da circulação, para outro país, de produtos genuínos que foram colocados legalmente no mercado pelo titular do direito ou com o seu consentimento.

A definição de regras mais previsíveis nesta matéria poderá contribuir para a livre circulação de produtos no mercado continental, embora a sua aplicação prática dependa da legislação nacional, dos anexos do Protocolo e da efectiva coordenação entre os Estados Partes.

Conhecimentos tradicionais e recursos genéticos

A protecção dos conhecimentos tradicionais, das expressões culturais tradicionais e dos recursos genéticos constitui uma das dimensões mais importantes do Protocolo.

O continente africano possui uma enorme riqueza cultural e biológica, mas continua exposto a riscos de apropriação indevida, utilização não autorizada e biopirataria. A adopção de princípios comuns sobre consentimento prévio, divulgação da origem e partilha justa e equitativa de benefícios poderá reforçar a protecção das comunidades e dos titulares desses conhecimentos.

Para Moçambique, esta matéria apresenta particular relevância, tendo em conta a diversidade de recursos naturais, práticas tradicionais, expressões culturais e conhecimentos associados à biodiversidade.


Oportunidades para Moçambique

Moçambique ractificou o Acordo que estabelece a ZCLCA e participa na construção deste novo quadro continental. A integração no mercado africano abre oportunidades importantes para as empresas nacionais, mas exige uma utilização mais estratégica da propriedade intelectual.

As empresas moçambicanas que pretendam exportar deverão identificar e proteger antecipadamente os seus activos intangíveis, incluindo:

·         Marcas e nomes comerciais;

·         Patentes e soluções técnicas;

·         Desenhos industriais;

·         Segredos comerciais;

·         Direitos de autor;

·         Indicações geográficas; e

·         Conhecimentos tradicionais associados aos seus produtos.

A propriedade intelectual deve ser considerada desde o início da cadeia de produção e não apenas quando o produto está pronto para ser colocado no mercado.

Moçambique dispõe também de activos locais com potencial de valorização através de marcas colectivas e indicações geográficas. Produtos como a castanha de caju de Nampula, o ananás de Muxúnguè, o chá do Gurúè e o artesanato Maconde podem beneficiar de estratégias que associem origem, qualidade, reputação e protecção jurídica.

A diferenciação baseada na origem e na autenticidade pode permitir que os produtores moçambicanos concorram no mercado continental não apenas pelo preço, mas também pelo valor acrescentado dos seus produtos.

Principais desafios

Apesar das oportunidades, a implementação do regime continental enfrenta desafios consideráveis.

Entre os principais encontram-se:

·         O reduzido conhecimento das regras da propriedade intelectual por parte das pequenas e médias empresas nacionais;

·         Os custos de protecção e manutenção dos direitos em diferentes países;

·         A complexidade dos procedimentos administrativos;

·         A limitada capacidade de fiscalização nas fronteiras;

·         A necessidade de formação especializada das alfândegas e demais autoridades;

·         A falta de interoperabilidade entre bases de dados; e

·         A necessidade de maior articulação entre o IPI, as alfândegas e outras instituições relevantes.

Enquanto o Escritório de Propriedade Intelectual da ZCLCA não estiver plenamente operacional, a protecção efectiva dos activos moçambicanos dependerá sobretudo do reforço das instituições nacionais e da cooperação bilateral e regional.

Algumas recomendações

Para que a propriedade intelectual contribua efectivamente para a participação de Moçambique no mercado continental, podem ser consideradas algumas medidas:

1.      Realizar diagnósticos nacionais dos activos de propriedade intelectual existentes nas empresas e cadeias produtivas.

2.      Criar mecanismos simplificados ou prioritários de apoio às pequenas e médias empresas exportadoras.

3.      Reforçar a ligação entre as bases de dados do IPI e os sistemas aduaneiros, com vista à detecção celere de mercadorias contrafeitas.

4.      Promover campanhas de literacia sobre propriedade intelectual dirigidas às empresas, produtores, investigadores e comunidades.

5.      Identificar e proteger produtos, práticas e conhecimentos com potencial para beneficiarem de indicações geográficas, marcas colectivas ou regimes de protecção dos conhecimentos tradicionais.


Conclusão

O Protocolo de Propriedade Intelectual da ZCLCA não substitui o Código da Propriedade Industrial de Moçambique, nem elimina o papel da ARIPO, da OAPI ou dos institutos nacionais. A sua função principal é criar um quadro continental de harmonização, cooperação e protecção, capaz de acompanhar o desenvolvimento do mercado único africano.

O desafio actual já não é apenas discutir a possibilidade de uma maior integração da propriedade intelectual em África. É transformar os compromissos jurídicos em mecanismos administrativos, tecnológicos e institucionais eficazes.

Para Moçambique, a propriedade intelectual não deve ser vista apenas como um custo burocrático ou como uma formalidade de registo. Ela pode constituir uma ponte estratégica entre a inovação nacional, a valorização da produção local e o mercado africano. Ou seja,

 "A Propriedade industrial não é um custo burocrático, é uma ponte estratégica entre a inovação moçambicana e o mercado único africano”.

Sérgio Braz

Agente Oficial de Propriedade Industrial

Texto adaptado da apresentação realizada no II Conselho Consultivo do Instituto da Propriedade Industrial, em 8 de outubro de 2026.












IPI Realiza II Sessão Do Conselho Consultivo Para Impulsionar A Propriedade Industrial Em Moçambique E Promover A Integração Económica Africana

 

 Da esquerda para direita: Dito Nhantumbo, Director Geral Adjunto do IPI, Custódia Paúnde, Secretária de Estado da Indústria e Sheila Canda, Directora Geral do IPI

O Instituto da Propriedade Industrial (IPI) realizou, nos dias 8 e 9 de outubro, a II Sessão do Conselho Consultivo.

Subordinada ao lema “Propriedade Industrial: Fortalecendo A Indústria Nacional Rumo À Integração Regional Africana”, a sessão teve como objectivo promover a reflexão estratégica, a coordenação e o alinhamento programático, com vista a reforçar a capacidade do IPI para implementar a Política e Estratégia da Propriedade Intelectual (PEPI 2026–2035), promover a integração de Moçambique nos sistemas regionais de propriedade intelectual relacionados com o comércio e concretizar a agenda nacional de transformação digital.

No primeiro dia, aberto a convidados externos, foram apresentados e debatidos os seguintes temas:

  • Balanço da matriz de recomendações da I Sessão do Conselho Consultivo;
  • Plano de Acção para a Implementação da Política e Estratégia da Propriedade Intelectual (PEPI 2026–2035);
  • Desafios e oportunidades da implementação do Acto de Genebra relativo ao Acordo de Haia sobre o Registo Internacional de Desenhos Industriais;
  • Transformação digital e gestão de direitos de propriedade industrial: desafios da interoperabilidade;
  • O papel da propriedade intelectual na industrialização e na competitividade empresarial no contexto da ZCLCA;
  • A integração do mercado africano e a problemática da certificação da qualidade de produtos e serviços nacionais;
  • O papel estruturante da propriedade intelectual no desenvolvimento das nações: caminhos para Moçambique;
  • Implementação do sistema de indicações geográficas em Moçambique: o papel do Estado e dos produtores.

A Braz & Associados esteve representada pelo seu sócio, Sérgio Braz, que participou como orador e apresentou o tema “Regime de Direitos da Propriedade Intelectual da ZCLCA: Panorama Geral, Perspectivas E Desafios”.

A sua intervenção contribuiu para o debate sobre o papel da propriedade intelectual no contexto da integração económica africana e os desafios e oportunidades que esta representa para Moçambique.










Abuso de Domínios, Redes Sociais e IA: Riscos Para as Marcas

O abuso de domínios já não actua sozinho. Hoje, perfis falsos, campanhas enganosas e deepfakes criados por IA ampliam a superfície dos ataqu...